Sobre a Rede

Rede Folkcom – Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação, é uma organização não governamental que busca o desenvolvimento de atividades ligadas à Folkcomunicação. A organização está registrada seguindo os critérios legais para sociedades civis sem fins lucrativos, e é administrada por uma diretoria executiva, por um conselho administrativo e por um conselho fiscal.

A Rede realiza, a cada dois anos, uma Conferência Brasileira e um Encontro Internacional, que reúnem centenas de participantes. Além disso, promove seminários regionais e atividades de pesquisa em diversas universidades do País. Os trabalhos resultantes desses eventos, e as atividades desenvolvidas pelos pesquisadores são divulgados na Revista Internacional de Folkcomunicação, no GP Folkcomunicação da INTERCOM e no GT Comunicação Intercultural e Folkcomunicação do Congresso ALAIC. Há também os anais do Seminário dos Festejos Juninos no Contexto da Folkcomunicação e da Cultura Popular, evento realizado há mais de dez anos pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB),  que conta com o apoio institucional da Rede Folkcom.

Breve histórico

A ideia de criar uma rede de pesquisadores da Folkcomunicação nasceu, durante as discussões realizadas no Seminário Internacional sobre as Identidades Culturais Latino-americanas, promovido pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), em 1995, como evento preparatório para a instalação da Cátedra UNESCO de Comunicação naquela univerdade.

Sob a coordenação do prof. José Marques de Melo, os pesquisadores se reuniram e organizaram a I Conferência Brasileira de Folkcomunicação, realizada na UMESP, em agosto de 1998, quando foi criada a Rede Folkcom.

Desde então, os pesquisadores da Rede vem assumindo um papel decisivo no resgate do pensamento comunicacional de Luiz Beltrão, o pioneiro das ciências da comunicação no Brasil. Entre outras contribuições de Beltrão, prof. José Marques de Melo destaca “as ideias sobre interação entre cultura popular, cultura midiática e cultura eruditas, decisivas para neutralizar o preconceito que certos segmentos da nossa intelectualidade esboçam em relação ao saber popular”.

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