Licor de Pequi: experiências intergeracionais, memória e poesia

Flor de Pequi“Dona Dita tem sessenta e cinco anos e está esquecendo as palavras. Lara Jane tem vinte e dois anos, e está em busca da palavra geradora para escrever seus poemas. Maria Flor tem seis anos e está descobrindo as palavras. As três vivem num mesmo espaço da cidade, mas carregam camadas distintas de memória. Os resvalamentos espaciais de cada uma das personagens contaminam os gestos da outra”.

Em resumo, esta é a história contada no curta-metragem “Licor de Pequi”, roteirizado e dirigido por Maria Thereza de Oliveira Azevedo, professora do Curso de Artes/Música e do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso (ECCO-UFMT), em Cuiabá.

O filme teve uma apresentação especial no Centro Cultural da UFMT, em Cuiabá, para o público da XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação, antes da conferência-concerto de encerramento do violeiro e pesquisador Roberto Correa, da Escola de Música de Brasília (EMB).

Em fase de finalização no primeiro semestre de 2015, “Licor de Pequi” teve roteiro premiado no edital 2013/2014 de curta-metragem da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. Foi produzido e filmado em 2014 em Cuiabá e chega à finalização para o público em 2015.

O elenco e a equipe de produção contaram com recursos humanos da própria cidade, evidenciando também o reforço e a consolidação por novas condições de produção audiovisual em Cuiabá.

A locação, com base no roteiro de Maria Thereza de Oliveira Azevedo, ocupou espaços no Centro Velho de Cuiabá, anunciando nas imagens do filme as transformações por que passa a cidade e como se desvelam as experiências urbanas.

por Divulgação Conferência Folkcom 2015

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