O Governo do Estado de São Paulo determinou (sugeriu) o adiamento das aulas em toda a Rede Pública do Estado. A Universidade de Taubaté, sede de da Folkcom 2009, (assim como outras instituições de ensino da região), acatou a decisão e o início do semestre letivo foi adiado para o dia 17 de agosto. Em função disso o evento, que estava marcado para ocorrer entre 12 a 15 de agosto, está sendo adiado. Estamos propondo uma nova data, que deve ser entre 11 a 13 de novembro, mas ainda não temos nada confirmado. Podemos assegurar que ele ocorrerá em novembro.
A Rede Folkcom solicita que todos nos ajudem a divulgar essa mudança de calendário para evitarmos maiores transtornos para aqueles que já haviam se programado para participar do evento e lamenta, como todos, os transtornos causados pelo vírus Influenza A H1N1 e esperamos que brevemente estejamos livres desse problema.
A 13ª edição da Revista Internacional de Folkcomunicação (Revista Folkcom) já está disponível, na Internet, para consulta gratuita. Para acessar, basta clicar em http://www.revistas.uepg.br/index.php?journal=folkcom ou http://www.revistas.uepg.br e acessar o link da Revista Folkcom. A edição traz novos textos – inéditos – que tematizam aspectos, relações e perspectivas dos estudos folkcom.
Além disso, a Revista Folkcom também aproveita a oportunidade para lançar a Chamada de Textos e Trabalhos para seu número 14. Para submeter textos (ensaios, artigos, resenhas, críticas, dentre outros formatos aceitos pela publicação) para as próximas edições, os autores devem se cadastrar no Portal, a partir do link da Revista Folkcom, e encaminhar o material diretamente ao pelo site. Dúvidas e informações podem ser enviadas ao e-mail
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Para conferir o sumário da Revista, continue lendo a notícia.
Segundo o editor da publicação, o professr Edgar Rebouças, da Universidade Federal do Espiríto Santo, a proposta é apresentar sua história, estrutura, abrangência, objetivos, referenciais, abordagens, ações ou outros pontos relevantes, apresentando a entidade, segundo convite feito à presidente da Rede, Betania Maciel.
A publicação faz parte de uma rede internacional de estudiosos em Comunicação, tendo sido lançada online no outono de 2002. Desde então, se estabeleceu como uma revista para abordar interesses variados de estudantes, professores, estudiosos, pesquisadores e instituições envolvidas em atividades no campo da Comunicação.
Inicialmente criada nos Estados Unidos pelo pesquisador iraniano Yahya R. Kamalipour (Purdue University Calumet – Indiana), hoje a Global Media Journal conta com edições em países como México, França, Índia, China, Canadá, Irã, Paquistão, Polônia, Egito, Japão, Austrália e Turquia. O espírito é o de compartilhamento de textos acadêmicos para que o maior número possível de pontos de vista possam ser debatidos.
Com o tema "Caipiras Folkmidiáticos: As múltiplas faces do Jeca", a XII Conferência Brasileira de Folkcomunicação será realizada em Taubaté, no interior do estado de São Paulos, nos dias12-15 de agosto de 2009. O evento científico será realizado em parceria pela UNITAU, SESC, Cátedra UNESCO/Metodista de Comunicação e Rede FOLKCOM.
Trabalhos podem ser enviados de 20 de abril a 10 de julho de 2009, para
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Mais informações sobre o evento estão disponíveis no site oficial, no endereço:
A pesquisadora pernambucana Marie Alice Amorim investiga a apropriação da literatura tradicional dos cantadores pelos poetas cibernéticos. Confira a matéria publicada pelo Jornal do Commercio.
Considerado um dos maiores teóricos da Follkcomunicação, o professor e pesquisador Roberto Benjamin destaca os contextos populares como protagonistas das práticas comunicacionais, em entrevista dada à Revista Raíz.
Roberto Benjamin é Presidente da Comissão Pernambucana de Folclore e
livre docente do Programa de Pós-graduação em Extensão Rural e
Desenvolvimento Local da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Na entrevista o pesquisador fala sobre folclore, povo,
mídia, políticas culturais para os contextos populares e interesse da
classe média pelas manifestações artísticas da cultura popular.
As festajs juninas sempre
sempre fizeram parte dos processos das
transformações culturais e religiosas da sociedade humana, das suas relações
simbólicas entre a realidade, a ficção e o lúdico, dando origem aos diversos
protagonistas e suas performances nos festejos populares. São essas práticas do
passado que chegam ao presente, com as suas diversidades de significados, de
referências e de desdobramentos em processos culturais de apropriações, de
objetivação, de incorporação, de conversão dos valores simbólicos do catolicismo
popular e, na contemporaneidade, de valores simbólicos da sociedade midiática.
A partir desta premissa, o prof. Osvaldo trigueiro, pesquisador daRede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação - Rede Folkcom , refletiu sobre a contemporaneidade das festas juninas, em palestra apresentada no
6º Seminário Os Festejos Juninos no Contexto da
Folkcomunicação e da Cultura Popular, realizado na Universidade Estadual da Paraíba, durante os dias18 a 20 de junho de 2009.
O Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica (IBICT) em coedição com a UNESCO no Brasil, acaba de lançar o livro Jornalismo cidadão: informa ou deforma?, de Maria das Graças Targino. A publicação apresenta, em 238 páginas, a trajetória da imprensa no Brasil, desde o jornalismo literário até os dias atuais, ocupados também pelo webjornalismo e pelo jornalismo cidadão.
Com base em textos divulgados nas páginas do Centro de Mídia Independente Brasil (CMI Brasil) , via Internet, a obra busca respostas para questões contemporâneas, como morte ou sobrevivência do autor; o fim ou mutação do jornalismo; e se a mídia convencional determina ou não a agenda dos meios alternativos ou se estes intervêm no jornalismo tradicional.
Jornalismo cidadão: informa ou deforma? integra o Programa Informação para Todos (Information for All Programme - Ifap), destinado a promover o acesso universal à informação e ao conhecimento para o desenvolvimento e a propor a democratização do jornalismo, permitindo ao cidadão comum divulgar notícias, sem qualquer interferência de cunho empresarial, sob a responsabilidade do Centro de Mídia Independente (IMC), presente hoje em 57 países.
A celebração do cinqüentenário de atuação jornalística do professor José
Marques de Melo, neste ano de 2009, vem sendo marcada por iniciativas no
campo acadêmico e no mundo profissional.
Sua trajetória intelectual começa em 1959 no sertão de Alagoas, como
repórter comunitário e agente cultural. Prossegue na cidade do Recife,
onde se engaja na vida profissional, diplomando-se em Jornalismo e sendo
incluído na galeria dos repórteres agraciados com o Prêmio Esso de
Jornalismo.
Como bolsista da UNESCO, faz pós-graduação no Centro Internacional de
Estudos Superiores de Jornalismo para a América Latina, optando pela
carreira acadêmica. Transfere-se para São Paulo, onde funda o
Departamento de Jornalismo da Universidade de São Paulo, defende a
primeira tese de doutorado em Jornalismo no país e se dedica
integralmente ao ensino e à pesquisa na área, culminando com a eleição
para Diretor da Escola de Comunicações e Artes. Ao final desse mandato,
requereu sua aposentadoria, recebendo depois o título de Professor Emérito.
Dirige atualmente a Cátedra UNESCO de Comunicação na Universidade
Metodista de São Paulo e preside a Comissão Nacional para a
Reestruturação do Ensino de Jornalismo no Ministério da Educação.