Chamada de trabalhos para a FOLKCOM 2015

facebook_bannerCHAMADA DE TRABALHOS PARA A XVII CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE FOLKCOMUNICAÇÃO:

A XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação será  realizada de 10 a 12 de junho na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

O tema central da Folkcom 2015 será “Folkcomunicação e Pensamento Decolonial”, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO) da UFMT e o Departamento de Comunicação.

Neste ano, a Folkcom terá participação de pesquisadores e professores da Argentina, do Chile e de vários estados brasileiros.

GRUPOS DE TRABALHO (GTs)

A XVII Folkcom abre chamada para os Grupos de Trabalho (GTs) fixos e para o GT especial temático do evento na UFMT/Cuiabá em 2015.

– Prazo inicial para envio de trabalhos completos: 15 de janeiro de 2015.
– Prazo final para envio de trabalhos: 20 de maio de 2015.
– Prazo final para informe de aceites: Conforme fluxo de chegada e aprovação do Comitê Científico ou avaliador ad hoc.

GT 1: TEORIAS DA FOLKCOMUNICAÇÃO: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA
Ementa: Este GT tem como foco as discussões científicas da Teoria da Folkcomunicação, as reflexões resultantes das intersecções com outras teorias das Ciências Sociais e Humanas e os diferentes aportes metodológicos utilizados na realização de estudos e pesquisas de campo. Busca-se discutir a base teórica da Folkcomunicação e os métodos das pesquisas que envolvem os diversos objetos da área.
Coordenação: Dra. Cristina Schmidt (UMC/Mogi das Cruzes e Rede Folkcom)

GT 2: MORFOLOGIA DA FOLKCOMUNICAÇÃO: GÊNEROS E FORMATOS
Desdobramentos empíricos, analíticos ou reflexivos, gerados em distintos espaços geográficos e nos múltiplos campos do conhecimento (Artes, Literatura, Jornalismo, Publicidade, Audiovisual etc.), ancorados nas tradições populares e na agenda midiática, de forma a preservar as identidades culturais. Formatos e tipos folkcomunicacionais, como lendas, literatura de cordel, cantoria, xilogravura popular, modos de expressão legitimados pela religiosidade rústica – como os ex-votos, amuletos e presépios. Formatos lúdicos como bonecos de barros, brinquedos artesanais e brincadeiras de criança. Igualmente, estudos pouco fincados nas raízes históricas da cultura brasileira, como as tatuagens, o funk carioca ou o rap paulista, além de sons e ritmos mestiços, como choro, baião, vaquejada, forró, rasqueado e lambadão. Manifestações como comícios políticos, abaixo assinados, santinhos de propaganda ou cantos de trabalho.
Coordenação: Dra. Maria Cristina Gobbi (Unesp/Bauru e Rede Folkcom)

GT 3: CONTEÚDOS DA FOLKCOMUNICAÇÃO
Ementa: Este GT pretende ser o espaço para a divulgação das pesquisas em folkmídia, folkturismo, folkmarketing, cibercultura e demais formas de manifestações da cultura popular e popular midiática que, ao longo do tempo, têm se mostrado como nova área de possibilidades em pesquisas no campo da Folkcomunicação. Entende-se mídia como os diferentes veículos de comunicação de massa que, de alguma forma, apropriam-se de elementos da cultura popular. O GT, também, abre espaço para estudos que tenham como foco os processos comunicacionais que integram as manifestações de cultura popular, sejam de cunho religioso, turístico ou mercadológico.
Coordenação: Dr. Fábio Rodrigues Corniani (UFSB/Itabuna e Rede Folkcom)

GT 4: FOLKCOMUNICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Este GT discute as ações de mecanismos folkcomunicacionais que incidem na articulação entre vários atores sociais e instâncias de poder, sejam a sociedade civil, organizações não governamentais, a iniciativa privada, as instituições políticas, ou mesmo, o próprio governo. Cada um exerce seu específico papel comunicacional na consolidação do desenvolvimento local.
Coordenação: Dra. Betânia Maciel (UFRPE/Recife e Rede Folkcom)

GT 5: FOLKCOMUNICAÇÃO E DECOLONIALIDADE
O GT visa estabelecer uma plataforma de discussão sobre a modernidade e sua outra face: a colonialidade. Modernidade e colonialidade raramente têm sido problematizados como constitutivos de um mesmo processo histórico, até que, no final do século XX, passou a ser o foco de interesse de inúmeros pensadores que se agregam à rede de pesquisa Modernidade/Colonialidade/Decolonialidade (M/C/D). A colonialidade tornou-se operativa por dividir e hierarquizar povos, sociedades e nações, a partir não somente da cor da pele, mas também a partir de seu saber (episteme), seu modo de ser e saber-fazer (na cultura, nas artes, na comunicação e em outras áreas), implicando assim em relações assimétricas de poder. O GT acolherá trabalhos que tratam do tema modernidade/colonialidade como faces de um mesmo processo investigativo em seus distintos campos de pesquisa: comunicacional, político, cultural, epistêmico, estético, entre outros.
Coordenação: Dr. José Carlos Leite (ECCO-UFMT/Cuiabá), Dr. Osvaldo Meira Trigueiro (participação especial, UFPB/João Pessoa e Rede Folkcom), Dra. Suzana Guimarães (ECCO-UFMT/Cuiabá) e Dra. Larissa Menendez (ECCO-UFMT/Cuiabá).

NORMAS PARA ENVIO DE TRABALHOS:
– Artigos completos devem ter entre 12 e 15 páginas, incluindo título, resumo, palavras-chave e referências bibliográficas. Imagens devem vir no corpo do texto.

– Artigos produzidos por pós-graduandos no âmbito dos programas de pós-graduação stricto sensu em Comunicação ou outras áreas do conhecimento devem vir assinados pelo orientador ou coordenador de grupo de pesquisa.

– Artigos produzidos por graduandos no âmbito da iniciação científica e/ou de produção de monografia de conclusão de curso devem vir assinados pelo orientador do projeto no mínimo com título de mestre.

– A Rede Folkcom estimula a produção de artigos em parceria entre pesquisadores já formados (doutores) e seus orientandos de pós-graduação e de graduação, bem como a indicação formal de que o artigo foi produzido em situação institucional de formação de recursos humanos para pesquisa (Pibic ou orientação de monografia, mestrado, doutorado ou pós-doutorado).

– Os trabalhos devem ser enviados em versões Word e PDF para a Coordenação Geral de Grupos de Trabalho no endereço folkcom2015gt [arroba] gmail [ponto] com, aos cuidados da Diretoria Administrativa da Rede Folkcom (Guilherme Moreira Fernandes).

– Autores receberão confirmação via e-mail de recebimento do trabalho e serão informados da sequência de avaliação.

– Autores devem indicar para qual GT o trabalho deve ser submetido. Todos os trabalhos serão reenviados aos coordenadores e a membros do Comitê Científico do evento ou avaliadores ad hoc, para avaliação cega por pares.

– O trabalho aprovado deverá ser apresentado oralmente no GT por pelo menos um dos autores/coautores para que seja emitido o certificado de apresentação a todos os autores e coautores. Caso o trabalho seja apresentado por graduando, mestrando ou doutorando, deverá fazê-lo com a devida ciência e anuência do orientador do trabalho.

– Autores e coautores devem ter feito o pagamento da inscrição para receber o certificado de apresentação de trabalho (ver link “Inscrições” no blog institucional do evento)

– DOWNLOAD DO MODELO DO PAPER PARA SUBMISSÃO:MODELO PAPER FOLKCOM CUIABA 2015 (367)
Mais informações em http://folkcom2015.blogspot.com.

Comissão Organizadora da XVII Folkcom/Cuiabá

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